domingo, 31 de janeiro de 2010

Um pouco da psicopatia.




Aquele grito da esperança que sai com força e raiva sempre é entendido errado no fim das contas, porém a vontade do desabar é mais assegurada talvez não por algum motivo especial, pode ser que é apenas o fato de se estar neutro.
Ahh... O quão essa palavra pode nós ajudar...

Doença da Psicopatia, "não significa que necessariamente a pessoa é violenta. Só que não se tem consciência. Não tem nenhuma emoção, manipula todos ao seu redor é promíscuo e mente patologicamente" foi um termo usado por um seriado de TV chamado House md. Analisando essa frase todos a principio iriam se espantar, falar que é desumano, mas que a grande maioria chega perto disso não tem duvidas e nem questões a se por em um debate.

Essa historia de não se preocupar, é tão intrigante, o quão mais fugimos de algo, mais ela nos força a apegar. O quão mais não querer um sentimento, mais ele gruda de forma demasiadora. Dói as vezes e dói em admitir a dor quando não se quer tê-la presente... já imaginou você dizendo: como eu queria ser psicopata? Pois é, eu não ligaria não, desde que o domínio em volta não fugisse do controle em momento algum, faria a todos em minha volta feliz ou infeliz, esse poder não teria igual, o quão manipulativo seria sem se envolver, quão fácil seria. Claro estamos falando de coisas pequenas, pois isso jamais justificaria algum real de verdade que ultrapassasse o "permitido" assim por dizer, desde que não fira fisicamente e nem drasticamente a outro...

Meus direitos terminam onde os de outros começam.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Mais uma perola





Não podemos ser o que quisermos neste mundo, pois se não o mundo seria salvo por apenas uma pessoa.
A realidade não passa nem perto das pessoas que estão vivendo elas, porque passaríamos a nós que temos tudo em nossa volta. É um fato que vivermos bem, ahh... e muito bem por sinal. Arriscaríamos tudo o que temos para ajudar a um próximo? Claro que sim, isso 90% responderia de imediato, claro e a fama de bonzinho que teríamos por nos importar com o próximo, e a chance de concorrer ao mais honesto e com caráter da família.

Baboseiras, picardias comerciais, ninguém se importa o suficiente para se sacrificar nem o mínimo, o que dirá para ajudar de verdade. Não sorria como se sua vida importasse mais do que a de outros, não diga que você vive sua vida intensamente porque se parar e ver que não tem fundamento, é puro egoísmo, desapegue-se das coisas materiais, faça alguém feliz, chore por alguém, faça algo de útil de sua vida mesmo que não se sinta confortável com a situação.

Porque pede atenção a um próximo, como se seus problemas fossem tão absurdos de ser respondida criança tola, quando são moscas os teus comparados a de pessoas que não tem nem uma vida para encher de futilidade como as nossas? Porque se deixa dominar tanto por tudo em sua volta, seguindo regras e fazendo-as delas a sua essência de vida. Por isso somos tão complexos em nossos universos. Somos mais narcisistas do que humanos, somos mais egoístas do que racionais, não entendo porque chora tanto quando 1 pessoa se vai, quando significaria a um ver apenas uma vida que passou por este mundo sem um propósito em 95% de todos.

sábado, 26 de dezembro de 2009

O que sou para você?



Já vejo que não faço parte de nenhum grupo de seus amigos.
Percebo que não me encaixei em nenhum, mesmo tentando parecer com eles, percebi que eu teria que mudar e perderia meu diferencial que por prepotência penso lhe faz sorrir, mas... e agora? Serei tão isolado de um grupo mesmo tendo você como amigo?
É não fácil tirar fotos em grupos, imagina sem eles. Talvez isto signifique varias coisas, ou simplesmente que eu estou criando um grupo de amizades novo para você.
Não sei como colocar um anuncio no jornal das características deste possível novo grupo... Poderia pedir sua ajuda, mas voltaria a ser imprudente com o esperar do que possa falar. Então me complete, por favor:

PROCURAM-SE PESSOAS QUE GOSTEM DO BEM, GOSTEM DE CONQUISTAR, GOSTEM DE FAZER O PRÓXIMO FELIZ E QUE NÃO USEM SEMPRE CLICHÊS SEM PROFUNDIDADE. RESUMINDO: QUE SE IMPORTEM EM TER AMIGOS DE VERDADE.


E ai o que acha?

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Um texto escrito para Kely.




Um dos sintomas que o amor pode causar é a sensação de poder única com insegurança, o ato de agir e falar por impulso, mesmo com o medo por traz de tudo vem um ato que tudo em sua volta muda de uma forma arredondada para uma forma aguda, que para onde se mexer te cortará e te machucará, talvez não sangre e mesmo que escorra esta gota vermelha você não ligará, pois ela estará lá para limpar sorrindo para ti.
A sensação de que está subindo em uma corda para no fim chegar ao céu é tão insegura quanto a alucinação de que se o céu existe ou não. O medo te faz chorar, querer ficar sozinho ou então na cama com a amada, com o queixo encostado contra teu pescoço e os olhos fechados, sentindo sua pele suave e vendo teu sorriso no canto da boca.
Porque não diga que vais cuidar de mim, me dê a energia necessária para te manter no mundo romântico o resto de sua vida pacata e agitado ao mesmo. Irei te mostrar todas as sensações já descritas em livros, irei te fazer feliz e viva a ponto de todos a invejá-la, chorarei por você e perderei meus maiores medos perante o teu carinho, mesmo que me deixe e meu mundo caia sempre me restará seu pensamento em mim.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Retroceder no explicar




Não pelo fato do complicado em dizer, mas colocar as palavras em ordens certas para que o espanto ao ler seja não apenas por surpresa, mas sim por curiosidade de analisar nem que por 2 minutos a mais e ver algum significado.

Não pelo fato de achar a aranha do canto da sala um assunto interessante quando se está muito aflito e envergonhado no meio da falta de assunto entre alguém que gosta. Mas pela paixão de jogar todas as frustrações a noite em um bate papo como se fosse um papo psicológico em um livro de auto-ajuda.

Não pelo fato de temer a tudo e a todos, mas pelo fato de ir sem pensar nos machucados imediatos, e rir mesmo com algo de seu corpo quebrado mas que a dor não seja sentida como um osso rachado ou deslocado e sim um pequeno incômodo que mais tarde ao chegar em casa você trata.