segunda-feira, 7 de maio de 2012

Reflexões do amor






Amor! Sentimento de gostar muito de outra pessoa ou coisa, de forma a querer e fazer o bem para essa pessoa, ser vivente ou mesmo coisa.
O amor consome, o amor se torna dono de seus atos, abstrato que evade o concreto, se não o mais forte sentimento, mas também o mais cobiçado. O ilimitado que evade seu corpo e destrói seu coração como um amassar de papel ofício, escritos sentimentos doces, porém o único capaz de emanar tal onda de infinitas sensações, de sua sensibilidade torna-se indescritível a exatidão da própria grandeza.
O sentimento do guiar, a obra prima, um Davi de Michelangelo, porque não o próprio sorriso de quando Leonardo da Vinci pintou a monalisa, a sociedade de poetas mortos...
A aflição do pensar em que fazer para se melhorar, o sentimento de desvelos, encargo e incumbência da obrigação em ter seu sorriso, simples e avulso com inquietação prevista pelo desejo, apetite, cobiça, propósito, anseio, intuito de te elevar onde jamais poderiam te fazer algum mal, seja de delírio ou natural.
Minha admiração a camões, sendo um dos que mais chegaste perto de uma sublimação em expor tal sentimento no trecho:

"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente,
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."

Com isso só me dá vontade de dizer que eu amo você!


Contentamento de gostar, carinho para se sentir, e entregar-te meu bem mais precioso, não é o mesmo que dizer a você que a lua seria um presente platônico, como bombons e flores, mas que o romance ainda vive, no coração de quem pensa amar e na vivencia de quem presencia tal jubilo de sentimento que só os bobos conseguem sentir, “só o amor é que faz o bobo”, demonstração disto é quando sorrio ao ouvir teu nome.



Diego.