terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Regras de amor




Então você se pergunta se as coisas que te acontecem são feitas para você, talvez por pensar que se encaixam tão bem a principio que quando você olha de relance flui um senso comum de tranqüilidade e nostalgia, você corre para não deixar escapar, mas mesmo aquela sensação de amor infinito que te invade o corpo todo, parece onipotente a não ser por um detalhe, o teu falso destino parece escorrer entre seus dedos que tanto se esforçaram pra agarrar, não adianta você gritar, esbravejar, se fazer de forte, um fio de sua vida que poderia ser trançado juntos de risos, abraços e emoções, se transpõem em cinzas diante dos seus olhos que não choram mais, por no fundo você sentir que perdeu sua única chance de sorrir de tal modo a que nunca poderá sentir novamente.

Você se compõem ao levantar, e tenta sorrir novamente, após alguns pensamentos assustadores de não saber o que fazer te assombrarem, não adianta, você perde algo que não irá voltar e você sonha com tal projeto, mesmo sabendo que quando acordar somente seus olhos iram se lembrar de algo concreto se tornando lagrimas que limpariam apenas seus olhos, pois seu passado te torna algo nostálgico em 5min de sorrisos e 15min de tristezas. Sorte dos que tem memórias ruins, pois estes poderiam sorrir relembrando momentos felizes como se fossem a primeira vez.

Tomar decisões passa a ser necessário, porem a cada passo que você dá, você o teme por algo que se aproxima de você parecer sempre querer te levar a um caminho paralelo, porem que seus planos mudariam pela nova responsabilidade, planos que você sonhou mas que não iriam se concretizar, talvez porque os novos sejam melhores, um fato é que você nunca saberá se sim ou se não, apenas que você é capaz de amar, no entanto seu amor poderá não ter o mesmo dom.

Um comentário:

fernandesjuca disse...

Comentar um rio fluindo é tola pretensão... sonhos, esperanças, frustrações, projetos, idealizações, sentimentos, afetos profundos, idéias conexas, loucuras, devaneios. A vida é vivida só hoje e, mesmo os sonhos para o futuro se vivem no presente. Quantos lugares comuns, meu Deus! quanta carência de palavras... Ainda bem que existe o eco.